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Domingo, 10 de Agosto de 2008

Emocionada

 Foi com uma grande emoção que li a reportagem do Correio da Manhã.

Não podia deixar de agradecer a todos quantos tornaram esta reportagem possível, em especial à jornalista Marta Silva pela sensibilidade que teve ao lidar com este tema.

Marta, Clara, Catarina e Elsa, amigas, obrigada por darem a perceber tudo o que nós passamos.

 

Em especial à Catarina, quero desejar que amanhã seja o dia em que ela vá acordar de um pesadelo, e que ao lado esteja a felicidade, aquela que hà uns dias esteve presente na sua vida e que por breves horas foi interrompida.

 

Sinto que todos nós, casais inférteis, crescemos mais um pouco, nesta sociedade que ainda não consegue lidar muito bem com este problema.

 

Estamos todos de Parabéns.

 

Aqui fica o link da reportagem:

http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=555F8564-97D8-4991-87B8-2B9B7D0F05C2&channelid=00000019-0000-0000-0000-000000000019

 

Para quem não leu todo o meu blog, e me fala em Adoptar uma criança, eu passo a contar, que estamos inscritos como casal adoptante desde 2004, e que ainda no passado mês de Julho nos dirigimos à S. Social da qual pertencemos, e nos foi informado que teremos que esperar pelo menos mais 2 a 3 anos. Por isso, e para quem tem neste momento 38 e 47 anos respectivamente, não podemos ficar de braços cruzados à espera que um dia (não sei quando) o meu telefone toque.

É DIFÍCIL ADOPTAR EM PORTUGAL, e só quem não passa por um processo de adopção não consegue entender que nem todas as crianças que estão institucionalizadas estão em condições de adoptabilidade.

 

E já agora pergunto: Se um casal com filhos biológicos também não tem o dever de adoptar uma criança???

A Adopção não é exclusividade dos casais inférteis.

 

Desculpem a minha sincera opinião.

 

Bjs

Susana Pina

publicado por sonhoterumfilho às 18:57
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De Anónimo a 11 de Agosto de 2008 às 01:23
é a primeira vez que aqui venho e apenas o faço porque li a reportagem numa revista de um jornal de café, mas não pude deixar de vir aqui mostrar a minha incompreensão.
É natural que a maioria das mulheres deseje ser mãe, é algo natural e, quem sabe, inato. Porém nem todas estão talhadas e fisica e psicologicamente para isso.
O que eu venho aqui questionar é, essa necessidade de ter um filho, não poderá ser "saciada" através da adopção? Se em vez de pensar que o dinheiro que paga em contribuições para a segurança social (já agora, como qualquer trabalhador normal e legal) poderia financiar mais meia duzia de testes de fertilidade, porque não pensar que esse dinheiro que já foi gasto nas anteriores e infrutiferas tentativas, seriam mais que suficientes para dar inicio a um processo de adopção, salvando uma criança de uma vida de deambulações por uma qualquer instituição social.
Não será um acto de puro egoísmo querer parir a toda a força, quando a solução poderá estar mais perto e ser mais simples do que parecem querer ver.
Pai é quem cria, quem cuida, quem dá afecto, quem está lá... não é necessariamente quem faz.
Porque qual será a diferença entre ir buscar um filho "feito" numa qualquer clínica de fertilização, que ainda não tem vida, que não passa de um mero feto, quando poderemos fazer algo capaz de mudar o mundo de um pequeno ser que já existe e a quem a vida já pregou tantas partidas.
a infertilidade é uma doença, não restam dúvidas, mas não se trata de nenhuma que possa assumir teor de catástrofe. Seriamos todos mais felizes se tentarmos a cada dia procurassemos fazer alguem mais feliz e deixarmos de olhar apenas para o nosso umbigo.

Não pretendo julgar ninguém, apenas dar o meu ponto de vista crítico. Uma mulher não é mae porque gera um filho no seu ventre, mas sim porque educa e dedica a sua vida a um pequeno ser em inicio de vida. Aí, penso eu, reside a principal diferença entre egoísmo e felicidade partilhada.

Catarina Pinto
De pandora a 17 de Agosto de 2008 às 20:21
Cara Catarina
o seu comentário entristeceu-me muito. todos temos direito a expressar a nossa opinião, mas devemos faze-lo nos locais adequados e considerando SEMPRE as pessoas junto das quais estamos a faze-lo. quem escreve sobre fazer os outros felizes... deveria começar por ponderar o peso das suas proprias palavras.
há realmente coisas de que só podemos falar quando passamos por elas, directa ou indirectamente. quem fala como a Sra concerteza não passou pela angustia de ver desfeito o sonho de sentir o bebe na barriga, de se saber portadora desse milagre, de ter o que todos consideramos ser natural num determinado momento das nossas vidas. desconfio que a grande grande (enorme) maioria dos casais que sofrem de infertilidade consideram a hipotese da adopção mas neste país não é tão fácil quanto possa parecer. Muitos destes casais ponderam seriamente prosseguir o processo de adopção mesmo depois de terem o tão desejado positivo ( e eu conheço alguns que conseguiram os 2 milagres quase em simultaneo).

Não consigo deixar de meditar sobre o juizo de valor implicito na parte de algumas mulheres não estarem talhadas para a maternidade... mostra uma preocupante falta de cultura e um preconceito que só alguém a quem tudo deve correr na perfeição se pode dar ao luxo de manter.

a vida colocou no meu caminho o desafio de viver com a infertilidade. algumas coisas ajudaram a que não fosse "catastrofico": o facto de desde sempre ter pensado adoptar; o facto de desde o namoro ter ficado decidido que o fariamos, se tudo corresse bem após termos 2 filhos nossos; as palavras e o exemplo de animo, de carinho, de força, de generosidade de várias mulheres (a quem injustamente chamou egoistas, e acusou de estarem centradas no seu umbigo) que me mostraram que valia a pena lutar por um sonho a que tenho tanto direito como qualquer outra mulher que o deseje.
Essas mulheres, mostraram-me o que é estar ao lado do outro, o que vale um abraço enviado num e-mail, o que é ser-se AMIGO mesmo não conhecendo pessoalmente quem está do outro lado do teclado.

Gostava de saber quantas horas da sua semana dedica ao voluntariado junto dessas crianças que deambulam pelas instituições, quantas vezes desviou o seu caminho so para lhes ir ler uma historia, ajudar a fazer os TPC... qualquer coisa.
e já agora quanto tempo demorou a correr o seu processo de adopção? porque concerteza já tentou e no seu caso deve ter sido fácil e rápido. e já agora... conseguiu ultrapassar o desejo egoista de levar para casa uma criança perfeita, do seu tom de pele?... ou optou por uma criança "diferente", uma daquelas que deambulam pelas instituições e que têm uma reduzidissima possibilidade de serem adoptadas por serem ... menos perfeitas?

Eu vou ser mãe biológica, trago comigo o meu pequeno milagre e "exibo" a minha barriguinha com muito prazer e acima de tudo muito consciente de que sou uma mulher cheia de sorte, mas... se tudo correr bem também vou ser "mãe do coração", talvez não agora porque demora muito a que chegue a nossa vez... mas quando finalmente me deixarem, não porque pertenço ao "club" dos que sabem o que é a infertilidade mas porque sempre planeei se-lo.

É muito fácil ser-se moralista quando doi nos outros... amar e fazer os outros felizes é preocupar-nos com o que sentem, ajudar, e acima de tudo sermos capazes de sentir a dor que não podemos compreender porque para quem está ao nosso lado ela é real.

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