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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

Notícia Correio da Manhã

Estudo da Deco
Adopção: Candidatos a pais esperam três anos em média

Os inquiridos num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (Deco) sobre a adopção esperaram, em média, três anos para receber a criança.

Os candidatos a pais queixam-se de esperar tempo a mais e do tipo de informação pedida para avaliar a candidatura.

O estudo, que será publicado na revista ‘Proteste’ de Fevereiro, decorreu entre Maio e Outubro de 2010 e procurou conhecer a opinião de quem passou pela experiência da adopção nos últimos cinco anos.

A Deco apelou à participação de interessados através das revistas e da Internet e contou com a ajuda da Associação Meninos do Mundo, tendo recebido 184 questionários.

Dados do Instituto de Segurança Social referem que, em 2008, havia 528 crianças à espera de pais adoptivos, 118 envolvidas num processo e 580 já a viver com os potenciais pais em pré-adoção.

Em contrapartida, 2.346 candidatos aguardavam por uma criança.

"Com o nosso estudo investigámos o que motiva alguém a querer adoptar, os seus receios, os obstáculos e os aspectos positivos e negativos do processo, com vista a identificarmos o que pode e deve mudar", referem os autores do estudo.

Os inquiridos esperaram, em média, três anos. Mas 12 por cento aguardaram mais de cinco anos.

A grande maioria concorda com a adopção internacional, bem como por casais que vivem em união de facto e solteiros. Quanto à adopção por casais homossexuais, as opiniões dividem-se: pouco mais de metade é a favor.

Dar um bom lar a uma criança que vive institucionalizada é a principal motivação dos pais adoptivos (70%), seguindo-se uma família (59%) e ultrapassar problemas de fertilidade (35%).

Um terço dos inquiridos estava em processo de adopção. Destes, a maioria já tinha sido aceite como candidato e aguardava uma criança. Em média, estavam à espera há dois anos, mas um quarto dos candidatos mantinha-se na expectativa há mais de quatro anos.

"Daí não estranharmos que quase um quinto pondere desistir caso o processo se prolongue por muitos anos. A maioria considera aceitável entre um e três anos de espera", adiantam os investigadores.

IDADE DA CRIANÇA LEVA A DESISTIR

O principal factor que pode levar a desistir é a idade da criança. Em média, os três anos são a idade considerada aceitável, mas muitos candidatos estão dispostos a ficar com crianças com mais de cinco anos.

Apesar de uma forte motivação, várias preocupações persistem: mais de metade aponta a dificuldade de conseguir aguentar a espera do processo.

Ter a certeza de que os pais biológicos não podem reaver a criança e esta não apresentar problemas de saúde mental nem eventuais sequelas psicológicas graves devido ao tempo vivido na instituição são outras preocupações manifestadas.

Oitenta por cento pretende evitar crianças com problemas de saúde mental.

Cerca de metade apontou ainda a deficiência física ou a criança ainda ter contacto com os pais biológicos.

Cerca de metade dos participantes já adoptou uma criança. A grande maioria optou pela adopção nacional. Esta escolha é o oposto do verificado noutros países europeus onde o estudo também foi feito.

Em média, gastaram 138 euros para a adopção nacional e pouco mais de três mil euros na internacional.

No último caso, o maior custo envolveu as viagens, mas também pode ser necessário pagar traduções ou constituir advogado.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/adopcao-candidatos-a-pais-esperam-tres-anos-em-media

Susana

publicado por sonhoterumfilho às 08:52
link do post | comentar | favorito
9 comentários:
De mjm a 28 de Janeiro de 2011 às 11:32
Amiguinha,

Obrigada por partilhares, acho sempre bom todas as pessoas saberem como estamos sobre este assunto e neste País!

Eu acho tudo uma fantochada, porque as leis da Adopção só existem para as pessoas "comuns" porque quem quer e quem tem poderes tem um bebé HOJE...nem comento Amiga...este País é a Corrupção Pura...

Sabes o que penso sobre este assunto tão complexo e sabes os motivos disso...

Deixo-te Um Xi Apertadinho Amiga!
De Li a 28 de Janeiro de 2011 às 12:29

Nem de proposito sai este artigo, parece que veio mesmo responder ao teu ultimo post.

Beijocas grandes amiga
Li e Leonor
De Rosalino a 28 de Janeiro de 2011 às 13:13
Passamos por fases que aí referes.
Muitas questões pode riamos levantar a propósito da idade das crianças. Dos pedidos. Das listas de espera. Da morosidade dos processos.

Sinceramente acho que no essencial deveriam dar rapidez a todo o processo da Adopção.
Por um único factor: É o melhor para as Crianças em primeiro lugar. E para os Pais que tanto tempo aguardam.

Unico senão de tudo esse estudo é o facto de não ter levado em conta um aspecto muito importante:

A criança no meio desse estudo fica em segundo lugar.
E nunca deveria ser assim.
Nesse estudo deram opinião aos possíveis, futuros e pretendentes a adoptantes.

E o nosso sistema deveria dar maior relevância ás Crianças.

Mas concordo com grande parte do que nesse estudo se diz.

Assunto tremendamente importantes. Para crianças e Pais.

Rosalino
De golfinho a 28 de Janeiro de 2011 às 22:06
3 anos?!

Na maior parte dos casos que conheço, infelizmente demorou bem mais...

Quanto aos comentários idiotas... Que fazer?... Tentar ignorar por muito que doa. É tão fácil falar quando não nos toca a nós...

Um beijinho enorme
De rodrigando a 28 de Janeiro de 2011 às 22:30
Apetecia-me dizer: Mais um estudo e fica tudo na mesma.
Penso que os "estudos" servem para se conhecer uma qualquer realidade e solucionar os aspectos menos positivos.
Esta realidade é conhecida há não sei quantos anos. Toda a gente sabe que não é aconselhável as crianças passarem demasiado tempo nas instituições, sob pena de se sentirem (uma vez mais) separadas das pessoas com quem estabeleceram laços.
Todas as pessoas sabem que há crianças (perdoem-me o termo) suficientes ,para que todos os que desejam ter um filho possam adoptar.
Ás vezes pergunto-me se não são algumas instituições que preferem tê-las lá a entregá-las a quem as deseja e pode amá-las. E, mesmo correndo o risco de ser bruta na forma de falar, se algumas dessas instituições não querem apenas manter os apoios financeiros que não teriam se elas fossem adoptadas. Sei que estou a ser muito rude neste comentário mas concordo com quem diz que quem dinheiro... tem filhos.
Deixem-se de "estudos" e ajudem quem quer fazer as crianças felizes e amadas.
Um abraço.

De Maria Pereira a 28 de Janeiro de 2011 às 23:30
Eu participei neste estudo através da Deco e ainda agora preenchi um questinário para a Segurança Social sobre o assunto. Tento sempre fazer passar a minha experiência e salientar que o pior de tudo é mesmo o tempo de espera, que no meu caso foi de 8 anos... Pelo estudo, deve haver muita gente que recebe as crianças ao fim de 1 ano, não?

Bjs e bom fim de semana
De Marta a 29 de Janeiro de 2011 às 12:17
Estou a achar alguns resultados desse estudo um pouco estranhos.

Motivação de 70% dos inquirido é dar um bom lar a uma criança? Essa é a 1ª motivação?

Esperar 3 anos? Espero que não me tenham incluído nesse número. Esperei menos, mas foi uma adopção internacional.

Não sei, vou esperar por ver o resultado do estudo completo.
De Patricia a 31 de Janeiro de 2011 às 13:42
Lembrem-se que os resultados do estudo, conrespondem a uma amostra de menos de 200 resposta. Só candidatos existem actualmente mais de 2000...e se em media há 500 adopções por ano...nos ultimos 5 anos terá havido 2500 adopções. Logo estamos a falar uma amostra de 5 % .
De N'linha a 29 de Janeiro de 2011 às 18:09
Olá...
Também me passou pela cabeça dar um pouco do meu amor a uma criança que não o tem...mas o milagre aconteceu de novo na minha vida.
Tomei a liberdade de adicionar este blog aos meus favoritos, espero não haver problema...

P.S. Visite o meu cantinho, que reabri há pouco tempo
Bj

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