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Domingo, 10 de Agosto de 2008

Emocionada

 Foi com uma grande emoção que li a reportagem do Correio da Manhã.

Não podia deixar de agradecer a todos quantos tornaram esta reportagem possível, em especial à jornalista Marta Silva pela sensibilidade que teve ao lidar com este tema.

Marta, Clara, Catarina e Elsa, amigas, obrigada por darem a perceber tudo o que nós passamos.

 

Em especial à Catarina, quero desejar que amanhã seja o dia em que ela vá acordar de um pesadelo, e que ao lado esteja a felicidade, aquela que hà uns dias esteve presente na sua vida e que por breves horas foi interrompida.

 

Sinto que todos nós, casais inférteis, crescemos mais um pouco, nesta sociedade que ainda não consegue lidar muito bem com este problema.

 

Estamos todos de Parabéns.

 

Aqui fica o link da reportagem:

http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=555F8564-97D8-4991-87B8-2B9B7D0F05C2&channelid=00000019-0000-0000-0000-000000000019

 

Para quem não leu todo o meu blog, e me fala em Adoptar uma criança, eu passo a contar, que estamos inscritos como casal adoptante desde 2004, e que ainda no passado mês de Julho nos dirigimos à S. Social da qual pertencemos, e nos foi informado que teremos que esperar pelo menos mais 2 a 3 anos. Por isso, e para quem tem neste momento 38 e 47 anos respectivamente, não podemos ficar de braços cruzados à espera que um dia (não sei quando) o meu telefone toque.

É DIFÍCIL ADOPTAR EM PORTUGAL, e só quem não passa por um processo de adopção não consegue entender que nem todas as crianças que estão institucionalizadas estão em condições de adoptabilidade.

 

E já agora pergunto: Se um casal com filhos biológicos também não tem o dever de adoptar uma criança???

A Adopção não é exclusividade dos casais inférteis.

 

Desculpem a minha sincera opinião.

 

Bjs

Susana Pina

publicado por sonhoterumfilho às 18:57
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97 comentários:
De marta a 10 de Agosto de 2008 às 19:16
Susanita, é verdade que conseguimos transmitir o sofrimento dos casais inférteis. Penso que quem leu, e não deve ter sido tão poucas pessoas quanto isso, deve ter constatado isso mesmo. Gostei imenso da forma como o tema foi tratado.
Para ti um xi apertadinho.
bjos
De Maria José Calado a 10 de Agosto de 2008 às 19:40
Susana adorei a entrevista está óptima, foi a 1ª coisa que fiz qd sai hoje de casa, foi entrar na bomba de gasolina e comprar o correio da manhã.

Muitos e Muitos Parabéns!!!
De Olinda a 10 de Agosto de 2008 às 20:53
Gostei muito de te ver, está linda :)
Beijinho
De ana de sousa a 10 de Agosto de 2008 às 22:29
Ja li!Ja li!Ja li!! :)

Obrigada pelo link!!!

So desejo que esta vossa entrevista faca chegar aos coracaos dos "senhores doutores" e que os mesmos facam algo para ajudar casais lindos como vcs.

Nao faco ideia o que e lutar por um filho ha tanto tempo mas de uma coisa tenho a certeza;MAES ja voces o sao.

Mil beijos de esperanca e lembra-te "A esperanca e sempre a ultima a morrer"

De Time a 10 de Agosto de 2008 às 22:37
Amiga, adorei a vossa reportagem, claro que vai ser mais uma revista guardada para mais tarde recordar e mostrar á minha filhota, sim porque todas as reportagens destas amigas blogueiras eu compro sempre e guardo. Também passei por o mesmo e sei bem dar o valor, senti bem na pele o que é a infertilidade e o que é chorar todos os dias por um filho que tarda a chegar, mas um dia vai chegar e esse dia nunca vais esqueçer... Força amiga, tu és uma grande MULHER e vais conseguir, como eu consegui. Beijos grandes....
P.S. És linda....
De Sara P. a 10 de Agosto de 2008 às 23:06
Acredito que existe uma estrela la em cima a olhar por nós, á quem lhe chame Deus, ou simplesmente fé.
É nessa fé que penso sempre que estou em baixo, e tento sempre acreditar de que se as coisas acontecem de determinada maneira é porque tem uma razão de ser...
Acredito que a tua luta tem uma razão de ser, e que um dia destes quando receberes um positivo, e quando tiveres esse positivo nos teus braços vais recordar que a tua luta, apesar de longa e dolorosa, trouxe coragem e fé a muitas outras que vivem ou vão viver o problema da infertilidade.....
Força não desistas.........esse dia vai chegar....
De Anónimo a 11 de Agosto de 2008 às 01:23
é a primeira vez que aqui venho e apenas o faço porque li a reportagem numa revista de um jornal de café, mas não pude deixar de vir aqui mostrar a minha incompreensão.
É natural que a maioria das mulheres deseje ser mãe, é algo natural e, quem sabe, inato. Porém nem todas estão talhadas e fisica e psicologicamente para isso.
O que eu venho aqui questionar é, essa necessidade de ter um filho, não poderá ser "saciada" através da adopção? Se em vez de pensar que o dinheiro que paga em contribuições para a segurança social (já agora, como qualquer trabalhador normal e legal) poderia financiar mais meia duzia de testes de fertilidade, porque não pensar que esse dinheiro que já foi gasto nas anteriores e infrutiferas tentativas, seriam mais que suficientes para dar inicio a um processo de adopção, salvando uma criança de uma vida de deambulações por uma qualquer instituição social.
Não será um acto de puro egoísmo querer parir a toda a força, quando a solução poderá estar mais perto e ser mais simples do que parecem querer ver.
Pai é quem cria, quem cuida, quem dá afecto, quem está lá... não é necessariamente quem faz.
Porque qual será a diferença entre ir buscar um filho "feito" numa qualquer clínica de fertilização, que ainda não tem vida, que não passa de um mero feto, quando poderemos fazer algo capaz de mudar o mundo de um pequeno ser que já existe e a quem a vida já pregou tantas partidas.
a infertilidade é uma doença, não restam dúvidas, mas não se trata de nenhuma que possa assumir teor de catástrofe. Seriamos todos mais felizes se tentarmos a cada dia procurassemos fazer alguem mais feliz e deixarmos de olhar apenas para o nosso umbigo.

Não pretendo julgar ninguém, apenas dar o meu ponto de vista crítico. Uma mulher não é mae porque gera um filho no seu ventre, mas sim porque educa e dedica a sua vida a um pequeno ser em inicio de vida. Aí, penso eu, reside a principal diferença entre egoísmo e felicidade partilhada.

Catarina Pinto
De sonhoterumfilho a 11 de Agosto de 2008 às 08:49
Cara Catarina, é legítimo a sua opinião, mas caso não tenha conhecimento (se não leu todo o meu blog), eu passo a contar-lhe, que estou inscrita para adopção desde Fevereiro de 2004 e que ainda na semana que passou visitei a S. Social para saber do meu processo e que me disseram para aguaradar mais uns 2 a 3 anos. Caso não esteja a par, hoje em dia é MUITO DIFÍCIL ADOPTAR EM PORTUGAL.
Oberigada pela sua visita e pelo seu comentário
Susana
De sonhoterumfilho a 11 de Agosto de 2008 às 09:24
E só mais uma coisinha, não sei se é mãe, mas a aopção não é uma alternativa aos casais inférteis. E quando fala de egoísmo, então eu pergunto-lhe e espero que me responda, se um casal que tem filhos biológicos também não tem o dever de adoptar????
Susana
De Sandra Sousa a 11 de Agosto de 2008 às 11:29
Ola!

Primeiro que tudo gostava de te perguntar se já passaste pela infertilidade?
Em segundo gostava de te perguntar se és mãe biológica?
E por último gostava de saber se és mãe adoptante?

Porque realmente só obtendo respostas a estas perguntas é q eu poderia responder ao teu comentário com toda a firmeza...

Quando dizes que não estás a julgar ninguem é a mais pura das mentiras...e com muita franqueza ...acho que foi muito desagradável o teu comentário...é óbvio que podes comentar sim ...mas o teu comentário sinceramente é duma insensibilidade total e quase que aposto que responderias q NÃO a todas as perguntas que te lançei, ou ainda serás mãe biológica...meu Deus como é possível...egoísmo??? Pelo amor de Deus! Acho que egoísta és tu...desculpa lá...
ENTÃO OS CASAIS INFÉRTEIS NÃO TÊM DIREITO A LUTAR POR UM FILHO BIOLÓGICO? Q por sinal é a coisa mais natural de um ser-vivo? É um acto de amor entre duas pessoas? Claro q também é uma acto de amor adoptar...mas será q os seres humanos não têm direito a perpetuar os seus genes como a lei mais natural da vida, sendo um acto inato...pelo menos tentar...não achas pelo menos lutar...
Tu serás mãe biológica?
Não sabes o q é o sofrimento passar pelo acto de quereres conceber e não conseguir...se não não falavas assim..

Desculpa as minhas palavras mas realmente...foi tão triste o teu comentário...q nem sequer merecia palavras...

Creio que nunca passaste por nada disto...
Espero que nunca passes pela infertilidade...e com franqueza acho q nínguém é indiferente à adopção...mas as pessoas naturalmente tentam um filho biológico..e depois pensam num filho adoptado que não deixa de ter o mesmo valor que um biológico de certeza...não achas....
Olha é melhor não escrever mais nada porque as minhas palavras já não vão soar a nada cm uma pessoa como tu...

Sandra
De tânia a 11 de Agosto de 2008 às 11:52
Cara Sra. Catarina Pinto:

Cataratas (por exemplo...) são uma doença, certo? Quantas pessoas conhece que morreram dessa doença? (eu, nenhuma, se conhecer diga...) Alguém discute o direito a essas pessoas recuperarem a visão por tratamentos pagos pelo estado? (eu não, a Sra, talvez...) Também diz a essas pessoas porque é que simplesmente não usam uma bengalinha, ou arranjam um cão guia, que não vale a pena serem tratados às custas do estado, se há outras soluções? (se dissesse uma coisa destas, iria passar certamente por insensivel, e ser insultada publicamente...)

Não discutindo obviamente a validade da adopção, caminho que a maior parte dos casais inferteis considera, mesmo quando os tratamentos resultam... e que não é uma obrigação exclusiva dos casais inferteis, OBVIAMENTE!!!!!!!!

PORQUÊ QUE TRATA A INFERTILIDADE É DE MODO DIFERENTE DE OUTRAS DOENÇAS NÃO MORTAIS??????????

Tânia Costa
De MM a 11 de Agosto de 2008 às 11:57
CATARINA,
tenha vergonha. Sabe quantos destes casais estão na lista de espera para adoptar? sabe quantos anos se espera para conseguir uma adopção? Conhece todas as condições que são colocadas?
E acima de tudo, uma coisa não invalida a outra. Desde que me conheço que tenho o sonho de adoptar uma criança, contudo como o meu marido porque é como casal que vivemos) enfrenta um processo de divórcio litigioso, a adopção é-nos vedada, e como ainda não tenho 30 anos, sozinha também não posso. A par da adopção quero ser mãe e desde 2007 que tento e não consigo. Tenho de mais uma vez esperar,em listas enormes, para consultas e tratamentos. Também pergunto onde está o que contribuo para a segurança social e não me venha dizer onde empregar o dinheiro, não sugira adopção em vez de tratamentos de fertilidade, porque minha "boa samaritana" de trazer por casa porque para mim e talvez para muitos destes casais uma coisa não invalida a outra.
De carlota a 11 de Agosto de 2008 às 12:32
Minha Cara Catarina Pinto,
não percebi quando diz que há mulheres que não estão talhadas física e psicologicamente para ter um filho. Isso vem a propósito de quê? Da sua rapidez de raciocínio ao ler um artigo de jornal sobre a infertilidade enquanto bebia o seu café? Quererá a Sra. dizer que uma mulher que não pode ter filhos naturalmente, não os tem porque não foi talhada para os ter? Como sabe disso? Foi Deus que lhe disse?
Ou refere-se a algumas mães de crianças abandonadas que estão instituições? Algumas dessas sim, pelos vistos não foram talhadas psicologicamente para ter um filho, ou apenas tiveram um azar na vida, mas ainda assim eles estão cá. Ou até àquelas que têm filhos consigo e todos os dias são más mães sem que isso se note, e sem que ninguém possa fazer nada por essas crianças? Ou estará simplesmente a falar de si mesma? Ou tb sofre de infertilidade e chegando a essa mesma conclusão, optou por adoptar entendendo que essa era a única solução para si e para todas?
Se uma mulher não pudesse ter um filho porque seria má mãe as crianças deste mundo eram todas felizes. Se assim fosse, pelo seu ponto de vista não existiriam crianças em instituições, nem crianças maltratadas e tudo era bonito. Mas já agora, espero que tb esteja inscrita na segurança social para adoptar uma criança, ou a Sra. não precisa disso pois se calhar já foi mãe e já nem olha para o umbigo e até já tem uma criança com quem partilhar a felicidade? Se é mãe, acha que foi "talhada" para ser mãe? Porquê? Como sabe? Talvez nem tenha desejado sê-lo e um dia voilá ..Mas será concerteza uma boa mãe e com tanto desejo de partilha terá certamente mais do que um filho adoptivo.
Nunca diga a um casal que sofre de infertilidade que ser pai ou mãe é mais do que gerar um filho.
Felizmente para si, que a Sra. não sabe do que fala.
Mas deixe lá, porque certamente que a Susana Pina, com tanto amor que tem para dar lhe perdoa o preconceito, porque ele é apenas fruto da ignorância. Se não é o caso, peço desculpa por estas palavras, e elucide-me sobre o que quer dizer, porque sinceramente não percebo a sua incomprensão .

Desejo-lhe as mais sinceras felicidades.
Carlota.
De M.V a 11 de Agosto de 2008 às 14:24
Catarina Pinto
A srª fala sem conhecimento de causa, pelas suas rudes palavras percebe-se perfeitamente que não está a par do problema que cada vez afecta um maior numero de casais portugueses. A nossa doença que a srª afirma não se tratar de nenhuma que possa assumir teor de catástrofe está a contribuir em muito para a baixa taxa de natalidade no nosso pais.
Quanto à adopção é um dever e todos deviamos partilhar, não só os casais inférteis, não acha?
Sim, pelas suas palavras ve-se que nunca pensou nisso, pois não está a par da dificuldade que é faze-lo, apenas quis dar uma lição de moral, sem conhecimento de causa.
Tente informar-se antes de dar o seu parecer e de criticar.
De Eva a 11 de Agosto de 2008 às 14:37
Cara Catarina Pinto,

a primeira coisa que o seu comentário me suscitou foi simplesmente isto: lágrimas!!!
eu compreendo que cada pessoa pode ter a sua própria opinião e é digna de a manifestar em qualquer circunstância.
francamente, as suas palavras suscitaram-me uma série de pensamentos e pensei em escrever uma série de coisas... depois de pensar um bocadinho sobre o assunto decidi simplificar o meu comentário...
gostava apenas de lhe deixar duas ou três frases sobre o que me suscitou:

1º acho que chega a ser desumano dizer a uma mulher que sobre de infertilidade que "Pai é quem cria, quem cuida, quem dá afecto, quem está lá... não é necessariamente quem faz."
espero que nunca tenha que sentir isso na pele

2º ao dizer palavras como: "Porque qual será a diferença entre ir buscar um filho "feito" numa qualquer clínica de fertilização, que ainda não tem vida, que não passa de um mero feto, quando poderemos fazer algo capaz de mudar o mundo de um pequeno ser que já existe e a quem a vida já pregou tantas partidas." demonstra uma total falta de conhecimento do tema sobre o qual está a discursar. todas as opiniões são válidas, mas para poder ter uma opinião deverá estar informada sobre aquilo de que está a falar!
eu estou neste momento grávida de gémeos fruto de uma ICSI e posso-lhe dizer que chamar aos meus filhos "fetos" feitos numa qq clínica de infertilidade é quase um insulto

3º se a senhore de um momento para o outro começasse a cegar (espero que isso nunca lhe aconteça!), o que faria? ia inscrever-se na interminável lista de espera para fazer uma operação aos olhos que lhe iam facilitar a visão ou ia simplesmente resignar-se e comprar uma bengala para a ajudar a mexer??

4º espero do fundo do meu coração que nunca tenha que sentir na pele aquilo que eu e muitas outras mulheres já sentimos.
e se já tem filhos espero que nunca na vida tenha que passar pela provação de a infertilidade os afectar.

sem mais de momento,
Eva

ps: tem ideia do tempo que demora um processo de adopção no nosso país?
terá por um acaso ideia da provação por que passam muitos casais inférteis ao aguardarem o desfecho de um processo de adopção?


De Cristina a 11 de Agosto de 2008 às 16:16
"Catarina", diz o dicionário de nomes que "Tende a bancar a moralista e a dominadora".
Não querendo aqui denegrir este nome, que por acaso até me diz muito, definitivamente temos que admitir que a D. Catarina Pinto se revela bastante rude e abominável. Mas tem sorte, porque Deus ama até os mais desprezíveis, por isso, até a Susana PIna, na sua grandeza, também a é capaz de amar. Porque já o disse Jesus: "perdoa-lhes Pai, porque eles não sabem o que fazem."
É apenas isso que lhe posso dizer. Perdoo-a, porque não deve de facto saber o que diz.
De Olga Martins a 11 de Agosto de 2008 às 16:29
Cara Catarina

de facto, nem sei que responda a tão insensivel comentário...
Independentemente de se poder ou não engravidar "com o vento" todos temos o direito a querer gerar uma vida dentro de nós!
Há muitos casais que querem adoptar, uns porque não têm filhos biológicos outros porque querem tb ter filhos adoptivos e inclui-los na sua familia. E acho que é de louvar esta posição! Assim como a paciência e determinação que é preciso ter para levar um processo de adopção até ao fim, muitas vezes mais moroso que os tratamentos de (in)fertilidade...
Ía perguntar-lhe se é mãe, mas nem vale a pena... e se o for, já adoptou? as crianças entregues ao abandono estão aí, à espera de um lar... faça a sua boa acção!
Cumprimentos.
De samuel a 11 de Agosto de 2008 às 18:15
Este ser que se diz chamar carla pinto,tem o mesmo ponto de vista de adolfo hitler ! Não sendo humana até vou dar um desconto a este comentário infeliz e selvagem,pois o seu conteudo é muito feroz.Pois bem com esse tipo de pensar,se fosses minha esposa tinha medo da educaçao que darias aos meus filhos,digna de um monstro.Quer dizer ninguem tem direito a ter filhos sendo causas de traiçao por parte da natureza humana.Infelizmente em Portugal somos muitos e vamos continuar a lutar por esse sonho.As deformaçoes na raça humana cada vez sao mais acentuadas,no meu caso,é a azoospermia mas vou continuar a lutar pois acredito vou ultrapassar toda a situaçao,vou acreditar,agora a deformaçao que tem nessa cabeça jamais tem tratamento.Parabéns Sunana Pina grande momento.
De rita casimiro a 11 de Agosto de 2008 às 18:27
que triste comentário catarina pinto,nem me dirijo a ti tratando-te por senhora ou por dona ,porque mulheres com este tipo de comentários não merecem ser tratadas como tal.fico profundamente revoltada com este tipo de atitudes animalescas!quem é que se julga ser para criticar quem quer ter um filho,que não é á força toda,mas sim com muita vontade e muito amor que se quer dar a um filho.e quem lhe diz a si que quem luta por um filho biológico nao pensa em adoptar ou até já o fez?para fazer este tipo de comentários faça-nos um favor todas:CALE-SE!mas também sao estes tipos de baboseiras que nos continuam a motivar ainda mais pa seguir em frente em luta por um filho!
De samuel a 11 de Agosto de 2008 às 18:40
catarina pinto e nao carla pinto,foi lapso meu,se esse pensar é por causa dos seus descontos,fique descansada pois eu desconto 180 euros\mes e graças a deus nunca tive de baixa nem sei o que é isso.Mas vou lutar com os meus descontos,nem que seja a última coisa que faça enquanto for vivo,fique calma que vai ter reforma,não é muito mas o seus filhos ajudam é o dever deles.
De ana cristina a 11 de Agosto de 2008 às 18:46
Cara Catarina , com certeza que a sra. possui um problema de origem patológica extremamente grave , ou com certeza é muito mal amada , já agora porque é que a sra. não adopta também uma criança está ao alcance de todos os cidadão e ai pelo menos redime-se da quantidade de baboseiras que teve coragem para escrever.
anacris
De Maria José Calado a 11 de Agosto de 2008 às 19:49
Sinceramente esta Sra. deve pensar que só ela pode ter o prazer de sentir um filho no ventre, é inadmissivel um comentário destes. Bem das duas uma ou é Politica ou incensivel, pois ambos ainda não perceberam que a infertilidade é uma doença.
Vamos pensar que pessoas assim são raras na nossa sociedade.
De Maria João Antunes a 11 de Agosto de 2008 às 21:01
Cara Catarina,
Adoptar, ter filhos biológicos com ajuda da medicina ou não são actos de amor e altruísmo.
Da minha actividade profissional aprendi a ter um enorme respeito pelas crianças que estão para adopção porque como elas dizem: "os nossos pais de sangue não nos querem e os que nos querem de coração tem que fazer muitos papéis."
Os casais inférteis sofrem 2 vezes pela sua infertilidade e pela dificuldade em adoptar filhos.
Vou ter um filho biológico com a ajuda da medicina, para Setembro o meu afilhado vai para minha casa porque a mãe tem muitos problemas e para além da minha actividade profissional sou voluntária numa associação.
Para além da critica que faz qual a sua contribuição para uma sociedade melhor e mais justa? Maria João Antunes
De Catarina Gregório a 11 de Agosto de 2008 às 22:09
Li o seu comentário e não pude ficar indeferente.
Talvez nunca tenha passado pela situação que nós casais inférteis passamos. E todos nós tb pensamos em adopção, só que andamos grávidas anos para adoptar em Portugal, sabia disso?
Mais não lhe vou responder porque certamente não conseguirá entender, poissó quem vive com a infertilidade sabe o que isso é.
De gija a 12 de Agosto de 2008 às 14:46
apenas uma coisa a dizer a Sra. . Catarina pinto deixa a impressão de que quem tem problemas de infertilidade não e talhado física ou psicologicamente para ter filhos quanto a isto gostaria de lhe perguntar então em k ponto e k as k podem ter filhos e os fazem para depois irem pagar para abortar ,os abandonar , maltratar e fazer ainda piores coisas com as crianças são talhadas para serem mães ?
quanto a adopção pergunto-lhe apenas se por acaso tem algum adoptado, se tem ideia do k e preciso passar para adoptar e acima de tudo do tempo para o conseguir?
depois de tantos descontos para todo o tipo de coisas o mínimo k podem fazer por pessoas com problemas de infertilidade e sim usar esse dinheiro para testes e o k for necessário ou pensa k o justo e usa-lo com drogados e bêbados e marginais e escumalha? que ao contrario da infertilidade nao sao azares da vida mas sim escolhas de cada um casais inferteis nao escolheram ser inferteis .
De Rui Gouveia a 12 de Agosto de 2008 às 15:05
Por amor de Deus!

Com todo o carinho que um filho adoptivo merece um filho natural é sempre folho do casal.

Com tanto dinheiro público mal gasto será que os casais inferteis não têm dureito a usufruir, quando precisam e as vezes que precisarem, dos impostos que pagam?

Será que que não pode recorrer ao privado, e onde é carrissimo, como a Susana Pina, não tem direito a gerar vida?

Será que a Susana e outras melheres e homens não podem continuar a sorrir como faz a Susana após tanta tentativa e sem Filhos? O que não sorrirá ela quando for mãe...

Por amor de Deus Exma. Srªa Catarina Pinto!

Então os casais inferteis reszumem-se a criar os filhos que outros rejeitaram...

E para si qual é o número de tentativas que deve ser custeado pelo Sistema Nacional de Saúde?

Deus nos ajude a nós que bem rpecisamos mas a si também que se calhar é mãe. E é mãe no seu egoísmo "marimbando-se" para o facto de outras quererem ser mães e outros pais.
De carlos da paula a 13 de Agosto de 2008 às 13:32
Susana,

vozes de burro não chegam ao céu ! quem fala daquilo que não sabe é triste e ignorante pelo que a importância que tens que lhe dar é nenhuma !!!

beijo grande para ti !
De sonhoterumfilho a 13 de Agosto de 2008 às 13:43
Oh! Carlos, obrigada. Vocês têm sido incansáveis. Bem haja amigos.
Bjs
Susana
De Thank You a 13 de Agosto de 2008 às 20:20
(---------------------) não vale a pena o esforço-------------------------tanta amargura e incompreensão certamente será devido a muita frustração acumulada. Senhora, não fale de uma ci~encia que desconhece à partida....... beijos doces para tanta amargura.....
De Mónica Faria a 13 de Agosto de 2008 às 21:30
Quem não passa por tamanho sofrimento,não deveria comentar algo de um conteudo imenso,que só os sofridos passam e poucos são os que alcançam!!!
De pandora a 17 de Agosto de 2008 às 20:21
Cara Catarina
o seu comentário entristeceu-me muito. todos temos direito a expressar a nossa opinião, mas devemos faze-lo nos locais adequados e considerando SEMPRE as pessoas junto das quais estamos a faze-lo. quem escreve sobre fazer os outros felizes... deveria começar por ponderar o peso das suas proprias palavras.
há realmente coisas de que só podemos falar quando passamos por elas, directa ou indirectamente. quem fala como a Sra concerteza não passou pela angustia de ver desfeito o sonho de sentir o bebe na barriga, de se saber portadora desse milagre, de ter o que todos consideramos ser natural num determinado momento das nossas vidas. desconfio que a grande grande (enorme) maioria dos casais que sofrem de infertilidade consideram a hipotese da adopção mas neste país não é tão fácil quanto possa parecer. Muitos destes casais ponderam seriamente prosseguir o processo de adopção mesmo depois de terem o tão desejado positivo ( e eu conheço alguns que conseguiram os 2 milagres quase em simultaneo).

Não consigo deixar de meditar sobre o juizo de valor implicito na parte de algumas mulheres não estarem talhadas para a maternidade... mostra uma preocupante falta de cultura e um preconceito que só alguém a quem tudo deve correr na perfeição se pode dar ao luxo de manter.

a vida colocou no meu caminho o desafio de viver com a infertilidade. algumas coisas ajudaram a que não fosse "catastrofico": o facto de desde sempre ter pensado adoptar; o facto de desde o namoro ter ficado decidido que o fariamos, se tudo corresse bem após termos 2 filhos nossos; as palavras e o exemplo de animo, de carinho, de força, de generosidade de várias mulheres (a quem injustamente chamou egoistas, e acusou de estarem centradas no seu umbigo) que me mostraram que valia a pena lutar por um sonho a que tenho tanto direito como qualquer outra mulher que o deseje.
Essas mulheres, mostraram-me o que é estar ao lado do outro, o que vale um abraço enviado num e-mail, o que é ser-se AMIGO mesmo não conhecendo pessoalmente quem está do outro lado do teclado.

Gostava de saber quantas horas da sua semana dedica ao voluntariado junto dessas crianças que deambulam pelas instituições, quantas vezes desviou o seu caminho so para lhes ir ler uma historia, ajudar a fazer os TPC... qualquer coisa.
e já agora quanto tempo demorou a correr o seu processo de adopção? porque concerteza já tentou e no seu caso deve ter sido fácil e rápido. e já agora... conseguiu ultrapassar o desejo egoista de levar para casa uma criança perfeita, do seu tom de pele?... ou optou por uma criança "diferente", uma daquelas que deambulam pelas instituições e que têm uma reduzidissima possibilidade de serem adoptadas por serem ... menos perfeitas?

Eu vou ser mãe biológica, trago comigo o meu pequeno milagre e "exibo" a minha barriguinha com muito prazer e acima de tudo muito consciente de que sou uma mulher cheia de sorte, mas... se tudo correr bem também vou ser "mãe do coração", talvez não agora porque demora muito a que chegue a nossa vez... mas quando finalmente me deixarem, não porque pertenço ao "club" dos que sabem o que é a infertilidade mas porque sempre planeei se-lo.

É muito fácil ser-se moralista quando doi nos outros... amar e fazer os outros felizes é preocupar-nos com o que sentem, ajudar, e acima de tudo sermos capazes de sentir a dor que não podemos compreender porque para quem está ao nosso lado ela é real.

De Ida Pestana a 19 de Agosto de 2008 às 15:44
É a 1ª vez que aqui vem? Desculpe, mas nem devia ter aparecido. Não se brinca com os sentimentos das pessoas. Escreve estas coisas só pode ser uma brincadeira... Força a todos os casais.
De lena a 11 de Agosto de 2008 às 08:38
Amiga linda do meu coraçao!|!!!
Como sempre...és fantastica maravilhosa..um verdadeiro miminho.....!!!
Neste momento teria de escrever muito muito até gastar todos os bons e doces adjectivos que te assentam que nem uma luva, e mesmo assim não chegariam...só p te dizer que te admiro muitoooooooooo...és linda...por dentro e por fora1!!
milhoes de beijinhossssssssssssssssssss
De Visitante a 11 de Agosto de 2008 às 09:18
Olá Susana

"Se os frutos produzidos pela terra
Ainda não são
Tão doces e polpudos quanto as peras
Da tua ilusão
Amarra o teu arado a uma estrela
E os tempos darão
Safras e safras de sonhos
Quilos e quilos de amor
Noutros planetas risonhos
Outras espécies de dor"

(Palavras de Gilberto Gil, "Amarra o Teu Arado a uma Estrela")

Continua a perseguir o teu sonho de "serem três"!

Beijinho
Visitante

De inca a 11 de Agosto de 2008 às 09:51
gostei da reportagem e também da tua cor, estavas mt bem! a elsa e a marta tb.è uma pena que as pessoa continuem a olhar a infertilidade como um capricho e achar que a adopção é a solução do problema, enfim, espero que essa senhora nunca seja confrontada com nenhum problema de difícil resolução. Beijinhos para ti amiga.

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